Parlamentar pediu justiça por Cleriston da Cunha e disse que o ministro do Supremo causa 'desequilíbrio no país'
O Deputado Federal Nikolas Ferreira (PL-MG) fez um pronunciamento no plenário da Câmara pedindo justiça pela morte de Cleriston da Cunha, 46 anos, vítima de um mal súbito na Papuda, no Distrito Federal. Nesta terça-feira, 21, o parlamentar acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “negligência jurídica”.
Níkolas exibiu no plenário uma camisa que Cleriston iria receber de presente quando saísse da cadeia, mas que acabou sendo usada por seus amigos e familiares durante o velório.
“Eu volto agora do velório de um homem que foi preso, mas não deveria ter sido preso; de um homem que está morto, mas não deveria estar morto”, lamentou o deputado.
“Cleriston tinha duas filhas, era casado, e foi morto pela negligência jurídica do ministro Alexandre de Moraes”.
Ainda em pronunciamento, o deputado apelou para que as autoridades tomem a devida providência.
“Peço que tanto o presidente desta Casa, Arthur Lira, quanto o senador Rodrigo Pacheco, além dos demais ministros do STF, tomem uma posição quanto ao ministro Alexandre de Moraes”, convocou.
O Deputado Federal Nikolas Ferreira (PL-MG) fez um pronunciamento no plenário da Câmara pedindo justiça pela morte de Cleriston da Cunha, 46 anos, vítima de um mal súbito na Papuda, no Distrito Federal. Nesta terça-feira, 21, o parlamentar acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “negligência jurídica”.
“Esse homem envergonha o Direito, e deve ser deposto da sua cadeira”, declarou o deputado. “Toda medida que Moraes toma tem gerado inconsistência e desequilíbrio em nosso país”.
Níkolas exibiu no plenário uma camisa que Cleriston iria receber de presente quando saísse da cadeia, mas que acabou sendo usada por seus amigos e familiares durante o velório.
“Eu volto agora do velório de um homem que foi preso, mas não deveria ter sido preso; de um homem que está morto, mas não deveria estar morto”, lamentou o deputado.
“Cleriston tinha duas filhas, era casado, e foi morto pela negligência jurídica do ministro Alexandre de Moraes”.
O empresário baiano estava preso há 11 meses por suposta participação nos atos de 8 de janeiro. Ele sofria de problemas cardíacos e chegou a ser tratado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda por pelo menos 36 vezes.
“Durante o período em que Cleriston esteve na cadeia, a defesa relatou claramente que a sua permanência ali seria uma sentença de morte, e foi o que aconteceu”, ressaltou o deputado.
Confira na íntegra o discurso de Nikolas Ferreira:
‘Justiça por Cleriston’
Nikolas Ferreira mencionou que, há dois meses, Moraes recebeu da Procuradoria-Geral da República (PGR) um parecer favorável à soltura de Cleriston.
“Durante o período em que Cleriston esteve na cadeia, a defesa relatou claramente que a sua permanência ali seria uma sentença de morte, e foi o que aconteceu”, ressaltou o deputado.
Confira na íntegra o discurso de Nikolas Ferreira:
‘Justiça por Cleriston’
Nikolas Ferreira mencionou que, há dois meses, Moraes recebeu da Procuradoria-Geral da República (PGR) um parecer favorável à soltura de Cleriston.
“Mas Alexandre de Moraes não fez justiça, e já não há mais como reverter a morte daquele homem”, denunciou. “Hoje, nós temos o símbolo de uma pessoa que morreu injustamente pela mão do Estado”.
“Peço que tanto o presidente desta Casa, Arthur Lira, quanto o senador Rodrigo Pacheco, além dos demais ministros do STF, tomem uma posição quanto ao ministro Alexandre de Moraes”, convocou.
O deputado garantiu que está tratando do caso como se fosse do seu próprio pai. “Justiça por Cleriston”.
As informações são da Revista Oeste.
As informações são da Revista Oeste.
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