Fabiano Contarato venceu o senador Hamilton Mourão por um voto

Relatoria da CPI do Crime Organizado


O senador Fabiano Contarato (PT-ES) | Foto: Divulgação/Ag. Senado
O senador petista Fabiano Contarato (ES) foi eleito com 6 votos a favor e 5 contrários como o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado Federal. A eleição ocorreu na manhã desta terça-feira, 4.
O senador petista Fabiano Contarato (ES) foi eleito com 6 votos a favor e 5 contrários como o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado Federal. A eleição ocorreu na manhã desta terça-feira, 4.
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Hamilton Mourão assume como vice-presidente da CPI do INSS | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Fabiano disputou o cargo com o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que recebeu 5 votos. A CPI do Crime Organizado fez um acordo de que o parlamentar que não ganhasse a presidência, assumiria a cadeira de vice. Com isso, Mourão assumiu o cargo.
Mourão foi o nome indicado pela oposição para presidir da CPI do Crime Organizado — até a noite de terça-feira, 3, os senadores Magno Malta (PL-ES) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) eram os cotados.
Fabiano disputou o cargo com o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que recebeu 5 votos. A CPI do Crime Organizado fez um acordo de que o parlamentar que não ganhasse a presidência, assumiria a cadeira de vice. Com isso, Mourão assumiu o cargo.
Mourão foi o nome indicado pela oposição para presidir da CPI do Crime Organizado — até a noite de terça-feira, 3, os senadores Magno Malta (PL-ES) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) eram os cotados.
Relatoria da CPI do Crime Organizado

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) é o relator da CPI do Crime Organizado | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Na mesma sessão o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que propôs a criação do colegiado, foi designado o relator. A CPI terá prazo de 120 dias para investigar o avanço das facções criminosas e milícias no país.
A criação da comissão foi anunciada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), dois dias depois da operação policial que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.
Na mesma sessão o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que propôs a criação do colegiado, foi designado o relator. A CPI terá prazo de 120 dias para investigar o avanço das facções criminosas e milícias no país.
A criação da comissão foi anunciada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), dois dias depois da operação policial que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.
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Segundo Alessandro Vieira, o crescimento do crime organizado está diretamente ligado ao abandono do poder público nas áreas mais vulneráveis: “Essa tragédia tem solução”. “Não é pauta eleitoreira, é urgência nacional”, afirmou o senador em suas redes sociais.
A comissão será composta por 11 senadores e contará com R$ 30 mil de orçamento inicial para as investigações. As indicações já foram feitas e, entre os títulares estão:Marcio Bittar (PL/AC);
Segundo Alessandro Vieira, o crescimento do crime organizado está diretamente ligado ao abandono do poder público nas áreas mais vulneráveis: “Essa tragédia tem solução”. “Não é pauta eleitoreira, é urgência nacional”, afirmou o senador em suas redes sociais.
A comissão será composta por 11 senadores e contará com R$ 30 mil de orçamento inicial para as investigações. As indicações já foram feitas e, entre os títulares estão:Marcio Bittar (PL/AC);
- Marcos do Val (PODEMOS/ES);
- Jorge Kajuru (PSB/GO);
- Flávio Bolsonaro (PL/RJ);
- Magno Malta (PL/ES);
- Rogério Carvalho (PT/SE);
- Otto Alencar (PSD/BA).
Portal Regional Notícias, com informações do site Revista Oeste.
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