Pesquisa cruza orientação política e desempenho em segurança pública

Indicadores recuam, mas medo persiste
O estudo revelou que 24 unidades da Federação reduziram seus índices de mortes violentas desde 2022. Entre os dez Estados com maiores quedas, seis são governados por políticos de direita, três por nomes ligados à esquerda e um por perfil de centro.
Paralelamente ao levantamento, uma pesquisa do instituto Ipsos divulgada em 7 de janeiro revelou que 45% da população considera o crime e a violência como principais preocupações do país.

Segundo o levantamento, a média de mortes violentas nos Estados governados por políticos de esquerda chegou a 23,4 por 100 mil habitantes | Foto: Reprodução/Governo do Estado do Ceará
Oito dos dez Estados com maior número de mortes violentas em 2025 são governados por políticos alinhados à esquerda. O dado consta de um levantamento divulgado pelo portal Poder360, com base em registros oficiais do Ministério da Justiça.
Oito dos dez Estados com maior número de mortes violentas em 2025 são governados por políticos alinhados à esquerda. O dado consta de um levantamento divulgado pelo portal Poder360, com base em registros oficiais do Ministério da Justiça.
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A pesquisa inclui “homicídios, feminicídios, latrocínios” e mortes provocadas por lesões corporais. Mortes por intervenção policial ficaram de fora, por falta de dados estratificados por município.
Administrado por Elmano de Freitas (PT), o Ceará encabeça o ranking, com 32,6 mortes por 100 mil habitantes. Pernambuco, comandado por Raquel Lyra (PSD), aparece em segundo lugar, com índice de 31,6. Em seguida vem Alagoas, sob gestão de Paulo Dantas (MDB), com 29,4.
Segundo o levantamento, a média de mortes violentas nos Estados governados por políticos de esquerda chegou a 23,4 por 100 mil habitantes. Nos governados pela direita, o índice foi de 14,8. A classificação ideológica considerou o apoio dos governadores nas eleições presidenciais de 2022, além do histórico político de cada um.
Mesmo liderando o ranking, o governo do Ceará afirmou ao Poder360 que o Estado registrou queda nos índices em relação a 2024. A gestão destacou o aumento no número de prisões e a redução de crimes como latrocínio.
São Paulo, que não enviou os dados de dezembro, ficou de fora do ranking completo. No entanto, a ausência não compromete o resultado, já que o Estado costuma registrar índices proporcionalmente mais baixos — reflexo da grande população (46,1 milhões de habitantes).
A pesquisa inclui “homicídios, feminicídios, latrocínios” e mortes provocadas por lesões corporais. Mortes por intervenção policial ficaram de fora, por falta de dados estratificados por município.
Administrado por Elmano de Freitas (PT), o Ceará encabeça o ranking, com 32,6 mortes por 100 mil habitantes. Pernambuco, comandado por Raquel Lyra (PSD), aparece em segundo lugar, com índice de 31,6. Em seguida vem Alagoas, sob gestão de Paulo Dantas (MDB), com 29,4.
Segundo o levantamento, a média de mortes violentas nos Estados governados por políticos de esquerda chegou a 23,4 por 100 mil habitantes. Nos governados pela direita, o índice foi de 14,8. A classificação ideológica considerou o apoio dos governadores nas eleições presidenciais de 2022, além do histórico político de cada um.
Mesmo liderando o ranking, o governo do Ceará afirmou ao Poder360 que o Estado registrou queda nos índices em relação a 2024. A gestão destacou o aumento no número de prisões e a redução de crimes como latrocínio.
São Paulo, que não enviou os dados de dezembro, ficou de fora do ranking completo. No entanto, a ausência não compromete o resultado, já que o Estado costuma registrar índices proporcionalmente mais baixos — reflexo da grande população (46,1 milhões de habitantes).
Indicadores recuam, mas medo persiste
O estudo revelou que 24 unidades da Federação reduziram seus índices de mortes violentas desde 2022. Entre os dez Estados com maiores quedas, seis são governados por políticos de direita, três por nomes ligados à esquerda e um por perfil de centro.
Paralelamente ao levantamento, uma pesquisa do instituto Ipsos divulgada em 7 de janeiro revelou que 45% da população considera o crime e a violência como principais preocupações do país.
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Em contrapartida, o Datafolha, em sondagem publicada em dezembro de 2025, mostrou que a segurança pública é o segundo tema que mais preocupa os brasileiros — atrás apenas da saúde. Embora os dados de 2025 revelem 34.086 mortes violentas, o número representa queda expressiva diante do recorde histórico de 2017. Naquele ano, o país registrou 60.308 assassinatos.
Em contrapartida, o Datafolha, em sondagem publicada em dezembro de 2025, mostrou que a segurança pública é o segundo tema que mais preocupa os brasileiros — atrás apenas da saúde. Embora os dados de 2025 revelem 34.086 mortes violentas, o número representa queda expressiva diante do recorde histórico de 2017. Naquele ano, o país registrou 60.308 assassinatos.
Portal Regional Notícias, com informações da Revista Oeste.
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Brasil
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