Parlamentar defende comerciantes informais e critica abordagem da gestão municipal; vereador Professor Ivamberg fez breve contribuição


Foto: Allan Emanuel | Portal Regional Notícias
Na sessão desta terça‑feira, 24, na Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador Flavio Arruda (Galeguinho SPA) trouxe à tribuna a situação dos comerciantes ambulantes que atuam na Avenida Francisco Fraga Maia e foram notificados pela Prefeitura para desocupar o local sob a ameaça de remoção e apreensão de mercadorias pelo chamado Rapa. O vereador Professor Ivamberg contribuiu em parte da fala, reforçando alguns pontos sobre a importância do comércio informal.
Na sessão desta terça‑feira, 24, na Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador Flavio Arruda (Galeguinho SPA) trouxe à tribuna a situação dos comerciantes ambulantes que atuam na Avenida Francisco Fraga Maia e foram notificados pela Prefeitura para desocupar o local sob a ameaça de remoção e apreensão de mercadorias pelo chamado Rapa. O vereador Professor Ivamberg contribuiu em parte da fala, reforçando alguns pontos sobre a importância do comércio informal.
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Galeguinho destacou que muitos vendedores de bolos, salgados e outros produtos utilizam o espaço como forma de sustento, e que, no dia anterior, todos haviam sido notificados com a advertência de que, caso retornassem, haveria intervenção do Rapa. Ele afirmou que entrou em contato com a secretária responsável, que se mostrou solícita e garantiu uma reunião com esses comerciantes.
O parlamentar enfatizou que os espaços na Fraga Maia estão “vagos” e que não vê problema no uso por ambulantes que trabalham de forma organizada, montando e desmontando suas barracas diariamente. “São pais e mães de família que usam aquele espaço por horas para levar o sustento para dentro de casa”, disse Arruda. Ele ainda criticou a priorização da notificação desses ambulantes em detrimento de outros problemas estruturais do município, como fiação exposta e questões de segurança.
Galeguinho destacou que muitos vendedores de bolos, salgados e outros produtos utilizam o espaço como forma de sustento, e que, no dia anterior, todos haviam sido notificados com a advertência de que, caso retornassem, haveria intervenção do Rapa. Ele afirmou que entrou em contato com a secretária responsável, que se mostrou solícita e garantiu uma reunião com esses comerciantes.
O parlamentar enfatizou que os espaços na Fraga Maia estão “vagos” e que não vê problema no uso por ambulantes que trabalham de forma organizada, montando e desmontando suas barracas diariamente. “São pais e mães de família que usam aquele espaço por horas para levar o sustento para dentro de casa”, disse Arruda. Ele ainda criticou a priorização da notificação desses ambulantes em detrimento de outros problemas estruturais do município, como fiação exposta e questões de segurança.
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Solicitando a parte, o vereador Professor Ivamberg reforçou que Feira de Santana se originou da feira livre e que o comércio informal na Fraga Maia é histórico, gerando renda e oportunidades para muitas famílias. Ele sugeriu que a Secretaria Municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, sob comando da secretária Márcia, promova diálogo para conciliar a atividade econômica com a organização do espaço público.
Galeguinho defendeu que a retirada abrupta dos trabalhadores seria equivocada e destacou a necessidade de consenso e mediação. “Essas pessoas vão ao mercado, compram ingredientes e transformam isso em renda, honrando seus compromissos e trazendo sustento para dentro de casa”, afirmou.
O debate sobre os ambulantes na Fraga Maia ocorre em meio à regulamentação do comércio informal no município, que exige processo administrativo prévio para apreensão de mercadorias ou remoção de vendedores. Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Feira de Santana não havia se manifestado oficialmente sobre as notificações ou informado se a reunião prometida será realizada.
Portal Regional Notícias, com informações do repórter Allan Emanuel
Solicitando a parte, o vereador Professor Ivamberg reforçou que Feira de Santana se originou da feira livre e que o comércio informal na Fraga Maia é histórico, gerando renda e oportunidades para muitas famílias. Ele sugeriu que a Secretaria Municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, sob comando da secretária Márcia, promova diálogo para conciliar a atividade econômica com a organização do espaço público.
Galeguinho defendeu que a retirada abrupta dos trabalhadores seria equivocada e destacou a necessidade de consenso e mediação. “Essas pessoas vão ao mercado, compram ingredientes e transformam isso em renda, honrando seus compromissos e trazendo sustento para dentro de casa”, afirmou.
O debate sobre os ambulantes na Fraga Maia ocorre em meio à regulamentação do comércio informal no município, que exige processo administrativo prévio para apreensão de mercadorias ou remoção de vendedores. Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Feira de Santana não havia se manifestado oficialmente sobre as notificações ou informado se a reunião prometida será realizada.
Portal Regional Notícias, com informações do repórter Allan Emanuel
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