Presidente classifica o ditador como 'uma das pessoas mais perversas da História'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que o aiatolá Ali Khamenei foi morto durante um bombardeio ao Irã neste sábado, 28. O anúncio foi feito em seu perfil na rede Truth Social.

Ali Khamenei, líder supremo do Irã | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que o aiatolá Ali Khamenei foi morto durante um bombardeio ao Irã neste sábado, 28. O anúncio foi feito em seu perfil na rede Truth Social.
📲QUER MAIS NOTÍCIAS DE FEIRA DE SANTANA, BAHIA, DO BRASIL E DO MUNDO?
Clique aqui e entre em nosso grupo no Whatsapp
Clique aqui e entre em nosso grupo no Telegram
“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da História, está morto”, diz a publicação de Trump. “Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes norte-americanos e para aquelas pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e sua gangue de capangas sanguinários.”
Trump atribuiu aos Estados Unidos, junto aos israelenses, a morte do aiatolá. “Ele não conseguiu escapar de nossa inteligência e de nossos sofisticados sistemas de rastreamento e, trabalhando em estreita colaboração com Israel, não havia nada que ele, ou os outros líderes que foram mortos junto com ele, pudessem fazer”, declarou.
O presidente ainda sinalizou uma mudança de regime. “Esta é a maior chance para o povo iraniano recuperar seu país”, afirmou. “Esse processo deve começar em breve, visto que, não apenas com a morte de Khamenei, mas o país foi, em apenas um dia, amplamente destruído e até mesmo arrasado.”
Ao final, Trump reforçou seu plano de paz na região: “Os bombardeios pesados e precisos, contudo, continuarão ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de paz em todo o Oriente Médio e, de fato, no mundo”, encerrou.
“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da História, está morto”, diz a publicação de Trump. “Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes norte-americanos e para aquelas pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e sua gangue de capangas sanguinários.”
Trump atribuiu aos Estados Unidos, junto aos israelenses, a morte do aiatolá. “Ele não conseguiu escapar de nossa inteligência e de nossos sofisticados sistemas de rastreamento e, trabalhando em estreita colaboração com Israel, não havia nada que ele, ou os outros líderes que foram mortos junto com ele, pudessem fazer”, declarou.
O presidente ainda sinalizou uma mudança de regime. “Esta é a maior chance para o povo iraniano recuperar seu país”, afirmou. “Esse processo deve começar em breve, visto que, não apenas com a morte de Khamenei, mas o país foi, em apenas um dia, amplamente destruído e até mesmo arrasado.”
Ao final, Trump reforçou seu plano de paz na região: “Os bombardeios pesados e precisos, contudo, continuarão ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de paz em todo o Oriente Médio e, de fato, no mundo”, encerrou.
"Khamenei, one of the most evil people in History, is dead. This is not only Justice for the people of Iran, but for all Great Americans, and those people from many Countries throughout the World, that have been killed or mutilated by Khamenei..." - President Donald J. Trump pic.twitter.com/oXZTFGg5pS
— The White House (@WhiteHouse) February 28, 2026
Estados Unidos e Israel bombardeiam o Irã
Os EUA e Israel coordenaram ataques militares conjuntos contra o Irã neste sábado, 28, com o argumento de proteger seus cidadãos de ameaças vindas da ditadura iraniana. Trump declarou que o objetivo é impedir que o Irã obtenha armas nucleares e eliminar riscos à segurança norte-americana.
O republicano afirmou que “garantirá que o Irã não terá uma arma nuclear”. Ele ressaltou que sua administração mantém como prioridade impedir o avanço do programa nuclear iraniano. Também assegurou que as operações buscam destruir por completo a infraestrutura de mísseis do Irã, além de alertar sobre possíveis baixas entre as tropas dos EUA, em razão da ação militar.
Os EUA e Israel coordenaram ataques militares conjuntos contra o Irã neste sábado, 28, com o argumento de proteger seus cidadãos de ameaças vindas da ditadura iraniana. Trump declarou que o objetivo é impedir que o Irã obtenha armas nucleares e eliminar riscos à segurança norte-americana.
O republicano afirmou que “garantirá que o Irã não terá uma arma nuclear”. Ele ressaltou que sua administração mantém como prioridade impedir o avanço do programa nuclear iraniano. Também assegurou que as operações buscam destruir por completo a infraestrutura de mísseis do Irã, além de alertar sobre possíveis baixas entre as tropas dos EUA, em razão da ação militar.
+Leia mais informações sobre Mundo no site do Portal Regional Notícias
Em comunicado, Trump afirmou que o “objetivo é defender o povo norte-americano eliminando ameaças iminentes do regime iraniano”. Ele classificou a gestão do país como “um grupo cruel de pessoas muito duras e terríveis”.
“Suas atividades perigosas colocam em risco direto os EUA, nossas tropas, nossas bases no exterior e nossos aliados em todo o mundo”, explicou o presidente. “Sempre foi a política dos EUA, em particular da minha administração, que este regime terrorista nunca poderá ter uma arma nuclear.”
O governo iraniano já havia sinalizado disposição para restringir seu programa nuclear em troca do fim das sanções. Apesar disso, prometeu reagir de forma “feroz” a qualquer ataque. Esta é a segunda operação militar norte-americana contra o Irã em menos de um ano. Em junho de 2025, os EUA bombardearam instalações nucleares iranianas em apoio a Israel.
Em comunicado, Trump afirmou que o “objetivo é defender o povo norte-americano eliminando ameaças iminentes do regime iraniano”. Ele classificou a gestão do país como “um grupo cruel de pessoas muito duras e terríveis”.
“Suas atividades perigosas colocam em risco direto os EUA, nossas tropas, nossas bases no exterior e nossos aliados em todo o mundo”, explicou o presidente. “Sempre foi a política dos EUA, em particular da minha administração, que este regime terrorista nunca poderá ter uma arma nuclear.”
O governo iraniano já havia sinalizado disposição para restringir seu programa nuclear em troca do fim das sanções. Apesar disso, prometeu reagir de forma “feroz” a qualquer ataque. Esta é a segunda operação militar norte-americana contra o Irã em menos de um ano. Em junho de 2025, os EUA bombardearam instalações nucleares iranianas em apoio a Israel.
Portal Regional Notícias, com informações da Revista Oeste.
Tags
Mundo
.gif)

