Presidente da Casa, vereador Marcos Lima, anuncia elaboração de projeto de lei e recebe apoio com críticas duras do vereador Galeguinho SPA sobre possíveis irregularidades nas contratações

A sessão da Câmara Municipal de Feira de Santana, realizada na manhã desta quinta-feira (5), foi marcada por um debate intenso sobre os valores pagos em cachês artísticos com recursos públicos. O tema foi levado à tribuna pelo presidente da Casa, Marcos Lima, que defendeu a necessidade de estabelecer limites para esse tipo de contratação no município.

Durante o discurso, Marcos Lima anunciou que, em conjunto com outros vereadores, está sendo elaborado um projeto de lei para estabelecer um teto nos valores pagos a artistas em Feira de Santana. A proposta busca evitar que municípios comprometam seus orçamentos com contratações consideradas excessivas, enquanto enfrentam problemas estruturais e carências em serviços essenciais.
O debate ganhou ainda mais repercussão com a intervenção do vereador Galeguinho SPA, que pediu a palavra e fez duras críticas ao que classificou como um sistema obscuro por trás das contratações artísticas. Galeguinho afirmou que existem incoerências e possíveis irregularidades no processo, citando o uso de notas frias, valores superfaturados e a atuação de produtoras que ficariam com parte significativa dos recursos destinados aos artistas.
Segundo o vereador, há uma cadeia de interesses envolvida que, na avaliação dele, merece a atenção urgente do Ministério Público. Galeguinho também defendeu a criação de um teto máximo para contratações artísticas no município, destacando casos em que valores elevados foram pagos por apresentações com duração inferior à contratada, o que, para ele, representa desrespeito ao dinheiro público.

Foto: Allan Emanuel | Portal Regional Notícias
A sessão da Câmara Municipal de Feira de Santana, realizada na manhã desta quinta-feira (5), foi marcada por um debate intenso sobre os valores pagos em cachês artísticos com recursos públicos. O tema foi levado à tribuna pelo presidente da Casa, Marcos Lima, que defendeu a necessidade de estabelecer limites para esse tipo de contratação no município.
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Em entrevista ao Portal Regional Notícias, Marcos Lima afirmou que há uma preocupação crescente em relação aos valores atualmente praticados no Brasil e na Bahia. Segundo ele, o debate ganhou força após o prefeito José Ronaldo se posicionar contra o pagamento de R$ 1,2 milhão a um artista para uma apresentação de cerca de 90 minutos. Para o presidente da Câmara, apesar do reconhecimento ao trabalho dos artistas, os valores cobrados têm se tornado incompatíveis com a realidade financeira das cidades.
O vereador destacou que os recursos utilizados para a contratação de grandes shows são públicos e poderiam ser direcionados a áreas prioritárias, como saúde, educação, infraestrutura e serviços básicos. Ele ressaltou ainda que o custo não se limita apenas ao cachê, mas envolve também despesas com palco, iluminação, segurança e toda a estrutura necessária para os eventos.
Em entrevista ao Portal Regional Notícias, Marcos Lima afirmou que há uma preocupação crescente em relação aos valores atualmente praticados no Brasil e na Bahia. Segundo ele, o debate ganhou força após o prefeito José Ronaldo se posicionar contra o pagamento de R$ 1,2 milhão a um artista para uma apresentação de cerca de 90 minutos. Para o presidente da Câmara, apesar do reconhecimento ao trabalho dos artistas, os valores cobrados têm se tornado incompatíveis com a realidade financeira das cidades.
O vereador destacou que os recursos utilizados para a contratação de grandes shows são públicos e poderiam ser direcionados a áreas prioritárias, como saúde, educação, infraestrutura e serviços básicos. Ele ressaltou ainda que o custo não se limita apenas ao cachê, mas envolve também despesas com palco, iluminação, segurança e toda a estrutura necessária para os eventos.

Foto: Allan Emanuel | Portal Regional Notícias
Durante o discurso, Marcos Lima anunciou que, em conjunto com outros vereadores, está sendo elaborado um projeto de lei para estabelecer um teto nos valores pagos a artistas em Feira de Santana. A proposta busca evitar que municípios comprometam seus orçamentos com contratações consideradas excessivas, enquanto enfrentam problemas estruturais e carências em serviços essenciais.
O debate ganhou ainda mais repercussão com a intervenção do vereador Galeguinho SPA, que pediu a palavra e fez duras críticas ao que classificou como um sistema obscuro por trás das contratações artísticas. Galeguinho afirmou que existem incoerências e possíveis irregularidades no processo, citando o uso de notas frias, valores superfaturados e a atuação de produtoras que ficariam com parte significativa dos recursos destinados aos artistas.
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Segundo o vereador, há uma cadeia de interesses envolvida que, na avaliação dele, merece a atenção urgente do Ministério Público. Galeguinho também defendeu a criação de um teto máximo para contratações artísticas no município, destacando casos em que valores elevados foram pagos por apresentações com duração inferior à contratada, o que, para ele, representa desrespeito ao dinheiro público.
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Ao final, Galeguinho parabenizou o presidente da Câmara pela iniciativa e reforçou a necessidade de mais cuidado e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos, especialmente em eventos festivos.
Portal Regional Notícias, com informações do repórter Allan Emanuel
Ao final, Galeguinho parabenizou o presidente da Câmara pela iniciativa e reforçou a necessidade de mais cuidado e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos, especialmente em eventos festivos.
Portal Regional Notícias, com informações do repórter Allan Emanuel
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Política
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